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Mais um ano vem chegando ao fim e grande parte dos estudantes brasileiros está se preparando para enfrentar mais uma maratona de vestibulares, em meio a tudo isso ainda temos o ENEM como forma de ing
Eu estava pensando outro dia sobre o modo de pensar e agir das pessoas (como sempre), certo e errado e demais assuntos relacionados. Foi então que me veio à cabeça o óbvio, tudo é relativo, tudo
Certa vez li em algum rincão da internet que os produtos da Positivo eram de qualidade um tanto quanto duvidosa, não levei muita fé devido ao crescimento que a empresa vinha tendo no mercado, chegu
Na noite de sábado eu resolvi testar como funcionavam os scripts para Twitter que dizem adicionar uma dezena de followers sem o mínimo esforço. Devido a questões de segurança dei preferência aos
De uma forma bem simples, os sindicatos são entidades com o intuito de representar determinado grupo de pessoas, são eleitos por esse determinado grupo e servem para defender os interesses do grupo.
Henrique Artur Wint
29 de março de 2010
Já li muito a respeito de educação e vídeo games, principalmente quando se trata de classificação etária e jogos violentos, muitos defendem as classificações/proibições, outros as abominam e (com razão) defendem a tese de que quem deve educar são os pais, e não as autoridades competentes.
No entanto, no modelo de sociedade atual, será que podemos conferir esse poder aos pais? Será mesmo que não necessitamos de uma interferência exterior no seio familiar?
Para esse post vou tomar como base a educação que recebi dos meus pais, creio ainda que os mesmos fundamentos foram utilizados para educar aqueles que defendem o não boicote em jogos.
Durante a minha infância, sempre tive meus pais muito presentes, sempre fui educado tendo como base o princípio da honestidade e do comportamento correto para se viver numa sociedade, eu não deveria roubar, não deveria matar, deveria ser justo, honesto e lutar pelos meus objetivos sem passar por cima das outras pessoas. E tais fundamentos eram martelados diariamente na minha cabeça.
Agora vamos pegar como base a educação atual. Os pais estão muito ocupados pensando nos seus negócios, nas festas que devem comparecer para demonstrar a sociedade o quão são atuantes, estão ocupados demais nas reuniões de negócios, em meio aos tratamentos de belezas das clínicas de estéticas e dos salões de beleza, estão ocupados demais para dar uma educação eficiente aos filhos, e acima de tudo acham que educação é obrigação da escola ensinar.
Em meio a tudo isso, as crianças acabam não recebendo certos valores para uma boa convivência em sociedade, acabam ficando livres demais e impunes as traquinagens que cometem, e todos sabemos o que acontece quando não se impõem limite as crianças!
E os Vídeo Games?
Sabemos muito bem que crianças não têm o poder de discernimento sobre o que é certo ou errado, sabemos também que essas definições vem da educação a qual elas recebem, ou deveriam receber. Privá-las de uma educação que siga os princípios éticos da vida em sociedade é torná-las incapazes de criar um padrão de discernimento.
Até o momento temos então uma sociedade que não educa os filhos que ela põe no mundo, e para somar entra ai um meio de entretenimento que deveria servir apenas como esse propósito, mas o usamos para suprir a nossa falta de dedicação com os filhos.
Muitos dos jogos que temos hoje em dia no mercado podem fazer com que o discernimento do certo e do errado de uma criança sejam alterados. Jogos violentos contribuem bastante neste sentido, se você passa horas atirando em pessoas em um jogo e isso é tido como correto, o que impediria você de fazer o mesmo na vida real? Não existe diferença entre ficção e realidade para quem não tem discernimento nem educação adequada.
Eu fui um que cresci jogando horas de Mario Bros, Motal Kombat, Bomber Man entre outros, mas nem por isso eu sai por ai pulando em cima de tartarugas, ou tocando fogo nas pessoas pela rua, muito menos carreguei uma bomba no corpo e explodi edificações, isso porque eu tive uma educação que soube me ensinar o que é certo e o que é errado, onde eu aprendi a diferença entre ficção e realidade.
Estariam os gráficos cada vez melhores tendo certa influência, minhas suspeitas apontam para talvez, mas não seria correto afirmar com veemência isso já que são inúmeros fatores interligados.
E a culpa?
De maneira alguma atribuiria a culpa aos jogos, muito menos nas crianças. A culpa é da sociedade que está cada vez mais abandonando os seus frutos, deixando-os aprodecerem sem tomar uma atitude. Estamos jogando a responsabilidade pela criação dos nossos filhos nos demais, é mais fácil desse modo, não é mesmo?
Já que não somos capazes de impor limites, então que faça quem tem poderes jurídicos para tal, infelizmente alguns bons saem perdendo, mas o mundo nunca foi justo nem nunca será.
Henrique Artur Wint
8 de março de 2010
Na sua forma mais básica, o Preconceito é um desconhecimento usualmente pejorativo de algo ou alguém, como os costumes de uma determinada região ou referente a um determinado grupo de indivíduos conforme a sua classificação (minha opinião quanto a classificação dos seres humanos).
Mas como podemos classificar quando algo é ou não é preconceituoso (pejorativo)? Existem circunstâncias as quais podemos dizer “essa foi uma atitude preconceituosa”? Na minha singela opinião existe sim, mas existe um pequeno detalhe que deve ser levado em conta no meio de toda essa discussão: a comunicação.
Se não me falha a memória, foi no terceiro ano do Ensino Médio, durante uma das aulas de Psicologia o professor nos indagou o seguinte: “Se um branco se aproximar de um negro e disser o seguinte: – E ai preto, tudo bem?” é uma atitude preconceituosa?
Ganhou uma bala quem disser que a turma inteira respondeu que sim, então ele novamente nos questionou: “E se um negro chegar para outro negro e disser: – E ai preto, tudo bem?” é uma atitude preconceituosa?
Agora não vale mais bala, mas acertou quem disser que ficamos sem resposta. Agora voltando para 2010 durante as minhas aulas de Antropologia e Psicossociologia; tivemos a mesma discussão e uma pergunta semelhante nos foi indagada, mas dessa vez citando o participante do BBB10, Marcelo Dourado e as atitudes (ditas) preconceituosas dele.

Você, meu caro leitor, considera o participante do BBB10 Marcelo Dourado homofóbico? Continue lendo e vamos analisar alguns pontos, a resposta ao questionamento anterior você responde após ler todo o post, ok?!
O que difere se uma situação é preconceituosa ou não são os membros aos quais a ou as atitudes envolvem e a comunicação entre os indivíduos.
Como todos sabem a televisão pode distorcer muitas coisas, e o pensamento coletivo pode de igual maneira; se duas cenas aparecerem em que o Dourado usa o termo ‘bixa’ ou qualquer outro termo pejorativo quando se refere a um dos homossexuais do programa, já se arma um circo na sociedade taxando o referido como ser homofóbico. O que temos nessa situação? Um meio de manipulação em massa (que pode ou não estar) distorcendo fatos e uma sociedade cega faminta por desavenças dando continuidade e aumentando essa distorção.
Por que então não consideramos o Dicésar e o Serginho homofóbicos? Se eles mesmos tendem a se chamar dessa maneira? “Como poderia existir homossexuais homofóbicos?” você me perguntaria, eu digo que existe uma piada ácida a respeito, mas infelizmente não posso veiculá-la aqui. Também concordo que não existem homossexuais homofóbicos (piada pronta do existencialismo?), mas temos de analisar a maneira como a mensagem foi transmitida, este é o ponto fundamental na classificação de uma atitude preconceituosa ou não.
É de conhecimento comum a fama que muitos lutadores carregam consigo, mas temos de concordar que este estereótipo é a marginalização dessa classe de profissionais, que assim como qualquer outra classe, tem seus maus membros e devemos ter o discernimento de não julgar todos apenas pelo comportamento de alguns.
Com tudo isso que escrevi não quero dizer que não existe homofobia, apenas que temos ter discernimento o suficiente para analisar até onde estão tentando forjar algo, ou até onde uma situação é realmente verídica, e lembrem-se crianças: saber analisar a comunicação envolvida em um determinado evento é o ponto fundamental para saber diferenciar quando alguma atitude é ou não é preconceituosa.
Henrique Artur Wint
2 de março de 2010
O meio mais prático encontrado para organizar a sociedade foi classificar os indivíduos em grupos, classificá-los conforme sua cor, religião, opção sexual, nível de instrução escolar, nível salarial entre outros. No entanto, tais classificações passaram a ter caráter discriminativo por boa parte dos membros que compõem a sociedade.

Por meios práticos podemos ver como a sociedade discrimina cada indivíduo pela sua classificação.
A inclusão das Cotas no Ensino Superior foi um meio encontrado para inserir mais pessoas negras e pardas nas Faculdades e Universidades, no entanto, tal método serviu também como incentivo a discriminação, pois separa o indivíduo dos demais apenas por ele apresentar mais melanina em sua pele e passa o sentimento de ‘incapaz’ ao indivíduo que recebe tal auxílio.
Sou defensor de Cotas em Faculdades e Universidades, no entanto para pessoas de baixa renda, independente da cor, pois assim temos um método discriminativo de menor impacto e percepção se comparado ao apresentado no modelo de Cotas atual.
A discriminação praticada contra homossexuais está no método como essas pessoas são categorizadas e a intolerância praticada em todos os âmbitos. Ir para cama com homem ou com mulher não faz diferença no caráter de uma pessoa nem a condena a ser melhor ou pior que qualquer outro indivíduo.
Somos todos seres humanos com direitos e deveres iguais, e se temos direitos iguais, qual o motivo que inviabializa um casal de lésbicas (ou gays) de adotarem uma criança? O que inviabiliza o casamento? A liberdade? Gays, lésbicas e transexuais existem em todo parte e já se tornou uma rotina na vida de cada um conviver com essas pessoas, por que ainda promover a intolerância e a chacota?
O fator principal que envolve os fatos mencionados acima é a educação, uma sociedade sem educação é uma sociedade violenta, pobre de recursos financeiros e culturais, onde cada indivíduo tenta manter-se acima dos demais e empurrar os que estão abaixo, ainda mais para baixo. Uma sociedade sem educação é corrupta e rema contra a maré do desenvolvimento.
Promover a educação igualitária é o único meio de aproximar os indivíduos e diminuir todo e qualquer tipo de discriminação, de classificação.
Para evoluirmos para uma sociedade onde a convivência seja melhor, devemos passar a nos enxergar como seres humanos e não como indivíduos separados em grupos de modo discriminativos. Deixamos classificações apenas para estatísticas.
Henrique Artur Wint
31 de janeiro de 2010
Como eu gosto de botar lenha na fogueira, resolvi dar minha opinião sobre os famosos blogs caça-para-quedistas, também conhecidos por made for adsense.

Moralização dos blogs?
Existem muitas coisas que são definidas com base na opinião pessoal de cada um. Essas opiniões são usadas para persuadir os demais e tentar então criar uma opinião comum em um meio, dá-se então a padronização das ideias e opiniões.
O sucesso…
Em algum momento da história da blogosfera, alguém deve ter surgido com um blog que entregava as pessoas o que elas queriam, esse blog certamente supria as necessidades do povão de maneira satisfatória por meio de conteúdo com intelecto relativamente baixo quando comparado com os demais blogs, e talvez, até tinha um bom retorno financeiro. Em outro momento, alguém com influência o suficiente deve ter sugerido que esse tipo de conteúdo não fazia bem aos blogs e que ele deveria ser evitado, surgindo então o preconceito contra os blogs caça-para-quedistas. Até o termo caça-para-quedista é um tanto pejorativo.
Você já deve ter ouvido a famosa frase, “Se a montanha não vai a Maomé, Maomé vai a montanha”. E é justamente isso que a maioria dos blogs caça-para-quedistas fazem, entregar ao usuário final algo que lhes agrade e que não lhes façam pensar em demasia para interpretar uma simples linha de pensamento; e que tenha grande chance de ser convertido em alguns lulinhas.
Mas o que os blogs caça-para-quedistas têm de tão especial? Digo eu que nada além de pessoas que são boas no que fazem, estudam e se especializam nesse nicho e alcançam o sucesso com certa rapidez. Neste ponto não levo em conta as inúmeras variações de sucesso, apenas lucros com monetização.
Quanto as variações de sucesso, cada blogueiro tem seu método para chegar a ele, sucesso esse que ele mesmo definiu. Muitas vezes ser reconhecido na rua por ter postado algo que acabou com algum problema no seu bairro/cidade/estado pode ser melhor que U$3.000 mensais na sua conta bancária por postar fotos e joguinhos.
O preconceito…
Esse preconceito é de certa forma contraditório, pois se você tem um blog que usa algum programa de monetização, você espera que existam os para-quedistas que de alguma forma lhe tragam algum lucro, e também sabe que usuários fidelizados raramente lhes rendem algum.
Entra aí então a questão da relevância, esse tipo de blog é ou não é relevante? Na minha singela opinião varia de acordo com o usuário, para eu, saber qual é a última mulher da feira não é tão relevante quanto as denúncias dos roubos milionários cometidos pelos nossos representantes políticos.
No final das contas, somos farinha do mesmo saco…
Na próxima vez que for fazer um comentário falando mal sobre os blogs caça-para-quedistas, observe seu blog e veja a quantidade de programas de monetização, se você usa, é porque também é um caça-para-quedista, de uma forma ou de outra.
Apontar os erros e defeitos alheios é muito mais fácil do que olhar o próprio umbigo…
Henrique Artur Wint
21 de janeiro de 2010
<ironia>Durante muito tempo fiquei sentado no sofá da sala intercalando entre Domingão do Faustão e Domingo Legal esperando que a sorte grande viesse bater a minha porta, e que ela visse me entregar algum prêmio valioso sem que eu fizesse o menor esforço. E finalmente o meu dia chegou.
Não que um Vectra 0 km seja lá um grande prêmio, assim como qualquer outro automóvel ele me levaria a qualquer lugar que eu fosse, mas ainda assim não é um Hyundai I30, Ferrari, Mustang e tantos outros que meu consumismo deseja possuir.
Somando-se ao carro, cinco mil reais hoje em dia não servem nem pra dar de gorjeta no bar do seu Zé depois do martelinho de pinga, muito menos para dar de entrada a minha cobertura de 400m² que pretendo adquirir em breve.
Mas tudo bem se é SÓ isso que o Domingo Legal e o Celso Portiolli têm a me oferecer, eu aceito. Pelo menos não fico 10 anos da minha vida dizendo que tenho um carro que é meu e do Silvio Santos, e ainda fico com cinco mil de troco pra comprar em bala e chicle.
Ficou interessado que eu sei né, pobre adora qualquer coisa que venha acompanhado das palavras GRÁTIS, GRATUÍTO ou qualquer outra que traga o mesmo sentido. Mas sorry honey, dessa vez é apenas para aparelhos selecionados a dedo pelo próprio Celso Portiolli. Vejam o SMS que recebi nesta manhã:
“(SBT) 28 anos de Domingo legal (Celso Potiolli) infor: seu aparelho foi premiado (c) 1 automovel vectra e mais 5 mil Reais infor: ligue,gratis do seu te,fix=Par(0318(592*****7″
Alguns números foram trocados por asteriscos para que espertinhos não tentem roubar meus prêmios.
Celso querido, deixa o titio explicar uma coisinha bem simples: ESCREVA CORRETAMENTE E PASSE A INFORMAÇÃO CORRETA, veja como é bonito:
“SBT – 28 anos de Domingo Legal, Celso Portiolli informa: Seu aparelho foi premiado com 1 automóvel Vectra e mais R$5000,00. Para maiores informações ligue: 0 31 85 92**-***7″
Viu que bonito que ficou titio Celso? Pois é, primeiro porque os nomes próprios estão escritos com iniciais em maiúsculo, segundo que nenhuma palavra foi abreviada de qualquer maneira e terceiro que o DDD 85 é de algumas cidades do Ceará e pelo que eu sei, a Oi não anda oferecendo interurbano para o Ceará de graça.</ironia>
Receber esse tipo de mensagem nem é o pior, o pior nesse caso é saber que num país tão vasto quanto o Brasil existe gente tão ignorante (muitas vezes por opção própria) que vai atrás de coisas tão absurdas e acabam caindo em golpes tão mal feitos.
Segundo o SBT: Mandei um e-mail para a produção do Domingo Legal, até então não se manifestaram a respeito.
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